3ª AUDIÊNCIA PÚBLICA, MOVIMENTO PARANÁ SEM CORRUPÇÃO REALIZA PARCERIA COM UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ

Salão Nobre da Universidade Federal do Paraná 14/05/2013
Ministério Público do Paraná e Universidade Federal do Paraná firmam parceria na terceira audiência pública do Movimento Paraná Sem Corrupção em Curitiba, realizada na noite dia, 14 de maio, no Salão Nobre da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Paraná, reuniu mais de 160 pessoas, entre promotores e procuradores de Justiça do MP-PR, estudantes, representantes da Universidade, da Prefeitura de Curitiba,lideranças e grupos sociais da Capital

Participaram da audiência o procurador-geral de Justiça, Gilberto Giacoia, que fez a abertura do evento, o diretor do Setor de Ciências Jurídicas da UFPR, professor Ricardo Marcelo Fonseca, o secretário do Governo Municipal Ricardo Mac Donald Ghisi, representando o Prefeito de Curitiba, o promotor de Justiça e coordenador estadual do Movimento, Eduardo Cambi, e a promotora de Justiça Swami Mougenot Bonfim, que atua no Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça das Comunidades, além de outras autoridades.

Diretor do Setor de Ciências Sociais Jurídicas da Ufpr,Professor RicardoMarcelo Fonseca,Promotora de Justiça Swami Mougenot Bonfim (CAOP - promotoria das comunidades),Procurador Geral da Justiça,Gilberto Giacoia,Secretario Municipal Ricardo M. D. Chisi,Coordenador Estadual do Movimento,Eduardo Cambi

Na abertura, o procurador-geral de Justiça destacou a necessidade da atuação conjunta da Prefeitura,Câmara Municipal,Ufpr, Mídia e cidadãos na construção de uma sociedade solidaria e fraterna,com mobilização de lideranças na busca da justiça social. Também ressaltou a importância da mobilização contra a Proposta de Emenda Constitucional nº 37, que pretende impedir o Ministério Público de realizar investigações criminais. Na ocasião, foram colhidas, inclusive, assinaturas dos presentes em abaixo-assinado contra a PEC 37.

 FIRMADO O INTECÂMBIO ENTRE UFPR E O MOVIMENTO PARANÁ SEM CORRUPÇÃO


Durante a audiência, o Ministério Público do Paraná e a Universidade Federal do Paraná firmaram parceria para ampliar o intercâmbio entre a Faculdade de Direito da UFPR e o Movimento Paraná Sem Corrupção. Por meio do curso de extensão “Ministério Público Universitário”, estudantes de Direito serão capacitados e sensibilizados a tornarem-se voluntários do Movimento. Desta forma, terão a oportunidade de conhecer melhor o trabalho do MP e participar das ações da instituição voltadas à transformação da realidade social, por meio da promoção e efetivação dos direitos fundamentais dos cidadãos.

Promotor de Justiça, Eduardo Cambi

“Neste primeiro momento, os estudantes poderão contribuir no combate à corrupção, por meio do Movimento e de suas ações, que visam o fortalecimento da cidadania. Mas, ao conhecerem melhor o MP e os outros projetos e programas desenvolvidos pela instituição, os acadêmicos terão a oportunidade de participar de outras atividades voltadas à comunidade nas diversas áreas do Direito”, explicou o coordenador do Movimento Paraná Sem Corrupção, promotor de Justiça Eduardo Cambi.

 
 TRANSPARÊNCIA E CONTOLE SOCIAL

 Durante o encontro, o promotor de Justiça Cláudio Smirne Diniz, que atua no CAOP de Proteção ao Patrimônio Público, falou aos presentes sobre Transparência. “No que diz respeito especificamente ao Patrimônio Público, imagina-se o envolvimento da sociedade em dois momentos importantes: na construção dos Portais e no efetivo exercício do controle social, a ser impulsionado pela implementação desses Portais. Essa aproximação com a sociedade é fortalecida por encontros como o que estamos realizando”, ressaltou o promotor.
Procurador de Justiça, Dr.Olympio de Sá Sotto Maior Neto
Outro tema da noite foi Segurança Alimentar. O procurador de Justiça Olympio de Sá Sotto Maior Neto, coordenador do CAOP de Proteção aos Direitos Humanos, destacou a questão da alimentação escolar. “A incongruência, a contradição estabelecida na realidade brasileira, é de se ter um país extremamente rico e uma nação absolutamente pobre. Mais do que isso: um país que é o quinto maior produtor de alimentos do mundo, mas cuja população é desnutrida e passa fome. Em audiência realizada no interior do Estado, tratando dos Direitos Fundamentais e do Direito à Educação, houve a manifestação de uma professora dizendo que na escola dela, a poucos quilômetros de Curitiba, boa parte dos alunos fazia a primeira refeição no momento da merenda escolar. O indicativo é de que vivemos em “vários Paranás” e que o discurso de desenvolvimento e progresso, ainda está distante destas riquezas produzidas no estado.


  INSTITUIÇÕES E LIDERANÇAS


 Também estiveram presentes o presidente da Câmara Municipal de Curitiba, Paulo Salamuni; os procuradores de Justiça Joao Zaions Junior, Clayton de Albuquerque Maranhão, Rogerio Moreira Orrutea; o chefe do Núcleo de Educação de Curitiba, Maurício Pastor dos Santos; o procurador-geral do Município, Joel Macedo Soares Pereira Neto, o administrador da regional da Matriz, Maurício Figueiredo Lima Neto; o inspetor Frederico, da Guarda Municipal; o vice-presidente da Associação Comercial do Paraná, José Eduardo Sarmento; e dos vereadores Professora Josete e Professor Galdino.

Os novos promotores substitutos do MP-PR também participaram do encontro, ocasião em que tiveram a oportunidade de conhecer melhor a metodologia das audiências públicas, que vêm sendo realizadas em diversas comarcas do Paraná para aproximar cada vez mais a instituição da população.


Outros encontros – Esta foi a terceira de nove audiências do Movimento Paraná Sem Corrupção programadas para Curitiba. A próxima será no dia 28 de maio, na regional do Pinheirinho, e tratará de temas como Saúde Pública e Rede de Proteção.

Audiências no interior – Além de Curitiba, integrantes do Movimento estão realizando audiências públicas em várias cidades do Estado. O objetivo é discutir junto às comunidades ações educativas que possam contribuir com a compreensão da população sobre seus direitos e seus deveres, estimulando, assim, a participação e o controle social.

  confira abaixo vídeos desta Audiência

 Bar do Dudu, ambiente familiar e aconchegante


Bar do Ivo ou como é mais conhecido, "Bar do Dudu" vem sendo um point reconhecido na região norte de Curitiba.

Pensando em reunir amigos e as famílias ao redor e dos Conjuntos de Moradores Cassiopeia, Ivo Barros de Assunção sentiu a necessidade de seus clientes terem um espaço adequado e melhor, e com este objetivo expandiu o atendimento. Em junho de 2010 ofereceu mais acomodações para seus clientes assistirem aos eventos esportivos pela televisão, além de servir várias opções de lanches, petiscos e porções.

Com uma equipe comprometida e dedicada, das 8 as 24 horas de segunda a segunda.

Atualmente serve Petiscos e Porções de Alcatra com fritas, batata com bacon,aipin,Tulipa,coxinha de frango.frios ,Lanche:Cheese Salada Cheeese tudo,dentre outros. Aos domingos serve almoço com Picanha e de Alcatra. Para este ano, breve estará oferecendo aos Sábados: Feijoada, dobradinha, pão com pernil. Breve também o serviço de entrega em domicílios.

No ano 2012 criou o tema festivo: "Músicas dos anos 80" e neste ano,'Tarde do Samba" onde os amigos se confraternizaram.

Dudu Comércio de Bebidas
Atende também com entrega de água e gás
Rua Antônio Lago, 208, loja 01 e 02 - Boa Vista.
Telefones: 3053-2400, 3257-7818, 9679-4442 (Jaja) 9857-4515 (Ivo)

                  (Edição janeiro 2013 página 7)

     GAZETA SANTA CÂNDIDA,JORNAL QUE TEM O QUE FALAR


MOTIVAÇÃO HOMOFÓBICA CAUSOU A MORTE DO TRAVESTI ENCONTRADO NO BAIRRO SANTA CÂNDIDA.PELO ''SARRO''  DOS BEIJOS HOUVE UM GOSTO AMARGO E A LOUCURA DE MATAR.


O travesti encontrado morto e o jovem Bruno Borges Generoso, de 20 anos, também conhecido como “Nicole Galisteu”, foi assassinado no último domingo (5) no bairro Santa Cândida porque os homens que estavam em um encontro com ele descobriram que Galisteu não era uma mulher. As informações foram passadas pela Delegacia de Homicídios de Curitiba (DH) nesta terça-feira (8). De acordo com a especializada, três suspeitos de envolvimento no crime foram presos e apesar de negarem os indícios confirmam a participação deles.

“Saíram em uma balada e dois dos amigos começaram a tirar sarro de um deles dizendo que estava beijando um homem. Quando viram que realmente era um travesti, pegaram a arma em casa e mataram o Bruno Galisteu por conta disto”, informou o delegado Rubens Recalcatti, da DH.

O "FESTERE"

Segundo o delegado da DH, Maicon dos Santos Straub, de 19 anos, Sidnei Augusto Bueno, de 30, e Daniel Moraes dos Santos, de 26, resolveram ir para a balada na noite de sábado. Um dos rapazes teve então a idéia de fazer um esquema com uma mulher que ele tinha contato, que na verdade sempre foi o travesti Nicole Galisteu.

“Eles foram buscar ele e outras meninas em no municipio de Araucária e durante a balada um dos rapazes percebeu que a Galisteu era um travesti e começou a tirar sarro de um dos amigos que estava dando beijos nela. Indignados, dois foram para casa buscar a arma e o terceiro ficou na balada com o travesti, como que mantendo ele lá”, informou Recalcatti.

O delegado descreveu que os amigos deram carona para o travesti até o bairro Santa Cândida, onde o mataram. “Atiraram e passaram com o carro por cima dela, em um crime homofóbico. O Sidnei e o Maicon atiraram enquanto o Bruno teria ficado no carro”, concluiu.

O  MOMENTO DA PRISÃO

Depois de cometerem o assassinato do travesti, já na manhã de domingo, os amigos foram presos em outra ocorrência policial. Eles foram reconhecidos como assaltantes de uma farmácia no bairro Colombo, situação que terminou com um suspeito morto depois de confronto com a Polícia Militar (PM), já no bairro Santa Cândida, na capital. Devido a esta situação, eles foram autuados em flagrante pelo delegado Geraldo Celezinski, de plantão no domingo no Centro de Atendimento IntegradoCidadão (Ciac-Sul).

“Naquela situação houve uma troca de tiro entre policiais militares e estes conseguiram informações privilegiadas de que os presos participaram da morte deste travesti. Testemunhas estão sendo mantidas em sigilo e temos a informação de que o Sidney e o Maicon mataram o travesti, enquanto o Bruno ficou no carro”, contou Celezinski.

Sidney e Maicon estão presos. Já Daniel é mantido sobre guarda da PM enquanto se recupera de um tiro que recebeu no confronto policial depois do assalto à farmácia.Agora em momentos finais da investigação e para o  inquérito, a DH irá realizar uma perícia nas armas dos suspeitos, para assim confirmar que eles de fato foram os responsáveis pelo crime, apesar de negarem.

Adilson Moreira - editora acm e Gazeta Santa Cândida.


ASSASSINO DA CRIANÇA SE ENTREGA À POLÍCIA E DIZ QUE 'VOZES' PEDIRAM PARA COMETER CRIME

Suspeito cometeu o crime no bairro Santa Cândida, em Curitiba, e se entregou em São José dos Pinhais
 O primo da garota de apenas 10 anos de idade que foi assassinada na tarde desta segunda-feira (3) na rua Lourenço Volpi, no bairro Santa Cândida, em Curitiba, se entregou à polícia horas depois de ter cometido o crime. Deivid Ribeiro dos Santos, 31 anos, confessou ter matado Letícia de Souza do Nascimento e disse estar arrependido. O suspeito disse à polícia que depois de uma discussão com a prima uma voz pedia para que ele a matasse.

Santos fugiu da cena do crime onde teria matado a criança com uma faca. Ele se entregou em uma base da Guarda Municipal de São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba que fica em frente à catedral da cidade. De acordo com o guarda municipal Jacomel, ele pediu para ser preso. “Ele chegou aqui com as mãos para trás pedindo para ser algemado porque teria acabado de cometer um homicídio”. Ainda segundo ele, Santos disse que pela manhã, enquanto fazia café, a garota fez uma brincadeira que ele não teria gostado. No período da tarde a brincadeira teria continuado e então, ele alegou que, uma ‘voz’ pedia para que ele matasse a criança.

Enquanto o suspeito era removido para a Delegacia de Homicídios, em Curitiba, o celular dele tocou, era a avó de Letícia procurando por ele. O teor da conversa não foi divulgado. “Ele será melhor interrogado porque ele sustenta essa tese de que  ouve vozes. O fato é que o crime foi totalmente elucidado”, aponta o delegado Rubens Recalcatti.

Detalhes sobre o crime ainda dependem de exames complementares. “As pessoas falavam no local do crime que ele era bonachão e camarada. Não tem um boletim de ocorrência e nenhuma passagem pela polícia. Somente exames complementares vão confirmar se houve violência sexual”, revela.

Santos foi autuado em flagrante por homicídio, e mais detalhes sobre o crime devem ser repassados pela polícia nas próximas horas.
 Elizangela Jubanski e Juliano Cunha
Band B


     GAZETA SANTA CÂNDIDA,JORNAL QUE TEM O QUE FALAR

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